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There is a house in New Orleans
They call the Risin' Sun
And it's been the ruin of many a poor boy.
And God, I know I'm one.
My mother was a tailor.
She sewed my new blue jeans.
My father was a gamblin' man
Down in New Orleans.
Now, the only thing a gambler needs
Is a suitcase and a trunk
And the only time that he's satisfied
Is when he's all a-drunk.
Oh, Mother, tell your children
Not to do what I have done.
Spend your lives in sin and misery
In the house of the risin' sun.
Well, I've got one foot on the platform.
And the other's on the train.
I'm goin' back to New Orleans
To wear that ball and chain.
Well, there is a house in New Orleans
They call the Risin' Sun
And it's been the ruin of many a poor boy.
And God, I know I'm one.
(A Casa do Sol Nascente)
Há uma casa em Nova Orleans.
Eles a chamam de Casa do Sol Nascente
E tem sido a ruína de muitos pobres garotos
E, Deus, eu sei, eu sou um deles.
Minha mãe era costureira
Ela costurou meus novos jeans
Meu pai era um apostador
Em Nova Orleans.
A única coisa que um apostador precisa
É uma mala e um baú
E a única hora que ele se sente satisfeito
É quando está completamente bêbado
Oh mãe, diga a seus filhos
Para não fazerem o que eu fiz.
Desperdiçar suas vidas em pecados e miséria
Na Casa do Sol Nascente.
Com um pé na plataforma.
E o outro no trem.
Estou voltando para Nova Orleans
Para vestir aquela bola e corrente.
Há uma casa em Nova Orleans.
Eles a chamam de Casa do Sol Nascente
E tem sido a ruína de muitos pobres garotos.
E, Deus, eu sei, eu sou um deles
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Esta é uma das mais enigmáticas e misteriosas canções de todos os tempos, sendo praticamente um hino à boemia mundial.
“The House of The Rinsing Sun” é provavelmente uma das músicas mais re-gravadas da história, tendo sido executada em ritmos que vão do Blues ao Metal Extremo, passando pelas mais variadas formas de Rock, Country, POP e até algumas aventuras calientes com climas latinos.
Não se sabe quando foi composta, nem por quem. Especula-se que tenha sido composta no século XIX, em algum lugar na Louisiana – EUA. Mas a versão mais popular de todas é sem dúvida a gravada pela banda The Animals, em 1964, ao ponto que muitas pessoas pensem ser desta banda a autoria da canção, desconhecendo muitas vezes as dezenas de outras versões existentes.
Trata-se do lamento Folk de um jovem, a respeito de uma casa em New Orleans, chamada de “Casa do Sol Nascente”, onde muitos homens teriam se arruinado em pecado e miséria. A teoria mais amplamente aceita é a de que se trataria esta casa de um cassino que tinha em seu andar de cima um prostíbulo, onde homens descuidados deixavam todo seu dinheiro e se perdiam de suas famílias.
Há quem diga que a referida casa era na verdade um local onde pessoas gananciosas e sedentas por sucesso, dinheiro e poder iam buscar a proteção de feiticeiros de má índole, que praticavam lá rituais mágicos obscuros para tal fim, e por isso acabavam por manter pessoas presas a eles para sempre.
Essa teoria estranha se sustenta no forte misticismo que paira nos ares daquele local, conhecido como um dos maiores centros de adeptos do Vodu e outras religiões de matriz africana, no mundo.
Essa teoria estranha se sustenta no forte misticismo que paira nos ares daquele local, conhecido como um dos maiores centros de adeptos do Vodu e outras religiões de matriz africana, no mundo.
Seja como for, tenha existido ou não a “Casa do Sol Nascente”, ela serviu de inspiração para uma das mais belas músicas que já ouvi, em que não importa a versão em que foi gravada, a emoção pesada e melancólica sempre transparece aos nossos ouvidos.
Principais Versões (clique para ver no You Tube):


FS: - Em seu livro "Mind Over Matter: The Images of Pink Floyd" você fala sobre Syd e os primeiros dias do Pink Floyd. Você diz: "Uma das coisas mais extraordinárias sobre Syd é que ele não era nada extraordinário. Pelo menos não para nós naquele momento". O que você quis dizer com isso?

















Roland Orzabal - Guitarrista, tecladista e vocalista
Curt Smith - Baixo e vocal

David Bascombe - engenheiro de som (trabalhou também com 
Chris Hughes - produtor (trabalhou com várias bandas, mas as que mais se destacaram foram os
1 - O LP abre com a clássica "Shout", cantada por Orzabal (parece haver uma diferenciação para os dois: Curt cantou as canções mais calmas e Roland as canções mais rock), que atingiu a posição #4 no Top 40 inglês e #1 na Billboard Hot 100, além de atingir o Top Ten em 25 outros países. Inquestionavelmente um dos maiores hinos do synth-rock (como alguns chamam o estilo da dupla a partir deste álbum), possui uma produção impecável, conta com uma percussão pesada, um solo de baixo e ainda backing vocals femininos.
3 - "Everybody Wants To Rule The World". A última música a ser incluída no álbum, devido à falta de perspectivas sobre a mesma. Na banda, ninguém acreditava que ela pudesse de alguma forma se encaixar no álbum, trazendo a tona uma situação muito comum no meio musical, onde muitas vezes a música pela qual ninguém dá o menor valor acaba se tornando um dos maiores hits da banda. Com "Everybody..." não foi diferente. Pressionados pelo produtor Chris Hughes, os
4 - O lado A do LP encerra com "Mothers Talk", primeiro single do álbum, lançado em 06 de agosto de 1984. As cordas do início da canção foram tirados de uma música de 
7 - Minha favorita. "Head Over Heels" havia sido desenvolvida quase dois anos antes do álbum, e seria interligada com a canção "Broken", pois as duas possuem os mesmos motivos de piano/sintetizador. Apesar de separada, nos shows ao vivo, os 













